Categoria: Publieditorial
Cozinha proletária em 5 passos
Por Julia Reis em 17,Jan 2010 | Em Publieditorial | Enviar comentário »

É difícil conciliar meu olho gordo, vontades gordas com o tempo curto e o cansaço de fim de expediente. Aprendi com o tempo alguns aspectos importantes para a cozinha de um proletário:
Criatividade
Como fazer um ovo, um resto de farofa e aquele queijo virarem uma refeição? Só sendo criativo e desapegado.
Utensílios
Mixers, batedeiras, processadores, liquidificadores e por aí vai a lista de casamento. Esses itens ajudam o proletário a fazer receitas rápidas sem precisar picar, amassar e sujar as mãozinhas. Em 30 segundos você faz uma massa de panqueca, sopa de mandioquinha, suco natural e o que mais você gostar que seja baseado na lógica do “mistura e ta pronto”.
Espaço
Pratos limpos e um pedaço de bancada para cozinhar. Nem pense em acumular louças sujas, ficar sem travessas limpas. Tudo fica mais ágil – e cheiroso - se a área estiver aberta para cozinhar rapidinho, comer comida caseira e dormir com amor no coração – e feijão no estômago.
Congele
Tenha itens básicos no congelador, como um molho pronto – pesto!, carne em cubinhos e espinafre (saaanto espinafre, eu te amo). Desses aí já saem uma massa, um refogado e um omelete, né?
Telefone sem fio
Pode me chamar de frenética, mas o telefone sem fio é uma benção. Dá para retornar as ligações do dia, ligar pro amorzinho E cozinhar. Eu só comprei um esse ano e mudou minha vida. Mas é lógico que ele já caiu dentro da panela outro dia. Culpa minha.
Chef Andrea Kaufmann fala sobre sua trajetória na cozinha
Por Julia Reis em 18,Dez 2009 | Em Publieditorial | Enviar comentário »
“Sempre fui apaixonada por comer bem, pela cozinha e pelo ato de servir.
Prova disso, foram as tardes na casa da minha avó, sentada na escada da cozinha, olhava a minha mãe preparar um frango assado; ou da primeira sensação quando experimentei um “plateau de fruits de mer”, na França. Mas a relação com a cozinha só passa a ser apurada quando me senti cozinheira e isso passa a ser considerado no dia em que realizei a minha primeira receita.
Primeiramente a eleição. Elege-se um prato e um cardápio a ser feito. Isso já define que tipo de cozinheira você é. Depois a compra dos ingredientes: o passeio pelo mercado, a decisão entre comprar isso ou aquilo. Chega-se em casa e entre organizar, cortar, picar, separar cada alimento já damos a largada na alquimia que se iniciará no momento em que o primeiro fogo ou utensílio for ligado.
Daí é só alegria: mexer, temperar, experimentar, mexer mais um pouco, ter paciência, experimentar de novo e servir. Simples! Simples se você tem vocação. E já nesse momento percebi a minha.
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Um pouco da minha história de garfo, faca e cozinha
Por Julia Reis em 27,Out 2009 | Em Publieditorial | 3 comentários »

Mas acabei me dando bem. Passava muito tempo com minhas avós depois da escola e aos finais de semana. Elas me ensinaram a comer – e bastante. A Odette - do lado português da família - e a Amélia, dos italianos responsáveis pelo meu alto tom de voz.
Uma tinha geladeira azul, a outra bege. As duas tinham mesa na cozinha. E eu sempre preferi comer na cozinha em vez da sala. É mais aconchegante, perto do forno e das panelas. Odette (que eu chamava de bivó) me servia arroz, feijão e carne de panela no prato fundo – com farinha. Fazia bolinhos de chuva no meio da tarde e eu observava enquanto ela fritava com a ajuda de uma colher. No fim do dia jogava carteado comigo e comíamos pão francês molhado no café bem doce. Ela me chamava de filha e descascava batatas vendo televisão. Chamava molho ao sugo de ‘molho ao suco” – e o dela era imbatível.
Minha avó Amélia sempre me achou muito magra. Dizia que eu não tinha “pernas torneadas”. Talvez por isso que ela me deixava comer açúcar mascavo de colher. Na casa dela sempre tinha manga e suspiro. Fritava mini sonhos de manhã, fazia banana amassada e ovo com gema mole. Até hoje ela é exagerada para quantidades e faz comida para 10 pessoas mesmo que só tenham duas para comer. A cozinha dela tem mil potes para guardar as sobras e um monte de coisas no congelador.
A casa onde moro hoje era da minha avó Amélia. A geladeira é vermelha e as panelas são herdadas da Dona Odette. Aos poucos estou sofisticando o repertório: fué, taças de cristal, espátulas e formas novas. Entre os sonhos de consumo ainda está a batedeira Kitchen Aid para combinar.

Mini-série sobre receitas, romance e amigos
Por Julia Reis em 7,Out 2009 | Em Publieditorial | Enviar comentário »
Vale ressaltar o fato que, além de cozinhar, o moço é GATÍSSIMO (desculpe meninos, mas ele é lindo, tá?) - mas na história ele engata um romance com a vizinha bonitinha (agora os meninos gostam, né?).
Os episódios são exibidos na TV a cabo, mas se você não tem ou perdeu algum, o YouTube salva. Veja aqui o 3º capítulo:
O Daniel também tem perfil no Twitter, Facebook, escreve no Blog da Brastemp e posta vídeos com curiosidades das receitas. Outros canais também exibirão os episódios daqui pra frente: Discovery, Home & Health, Universal, Warner, Fox e National Geografic
Um site para os amantes do café
Por Julia Reis em 31,Jul 2009 | Em Publieditorial | 1 Comentário »
[PUBLIEDITORIAL]
Quem me acompanha no Twitter sabe que eu sou uma consumidora em larga escala de café (Não me acompanha ainda? Então clica aqui!). Desde pequena eu sou apaixonada pelo cheiro de café - roubava goles da caneca do meu pai e e tomava um tanto com minha avó durante o lanche da tarde.
E nesse mês entrou no ar um site do governo que incentiva o consumo saudável do produto e traz informações para o consumidor sobre a história, produção e comercialização da bebida. Tudo isso por meio de animações master fofas, blog, links e um jogo com um mascotinho cabeçudo.
O endereço www.porquecafe.com.br também reúne tudo o que é falado no Twitter sobre café, fotos e vídeos que tratam do assunto. Logo de cara o site pergunta quantos cafés você já tomou no dia. Eu tô ali no máximo: quatro!
Não tem cafeteira? Aqui tem umas bonitinhas a partir de R$ 50.



