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Aécio faz doce em público, mas já cogita ser vice
Por Censurado em 5,Fev 2010 | Em Política Nacional | Enviar comentário »
Embora continue negando publicamente, o governador de Minas, Aécio Neves (PSDB), já admite, em conversas com interlocutores, a hipótese de ocupar a vice na chapa do governador de São Paulo, José Serra, à Presidência da República. Segundo aliados, Aécio se mostra maleável ao argumento de que seu esforço será reconhecido pelo partido se aceitar a vice. O momento mais tenso dessas conversas ocorre quando aliados ponderam que Aécio poderá ser responsabilizado por uma eventual derrota do PSDB, caso resista ao apelo.
Apesar de já conversar sobre a hipótese, Aécio reserva essa decisão para depois de abril. Ele pretende deixar o cargo em março, mas poderá deixar para traçar seu destino político nas convenções de junho. Até lá, poderá acompanhar o desempenho de Serra nas pesquisas, caso o governador de São Paulo se afaste mesmo do cargo para concorrer.
Aécio ainda sonha com a hipótese de ser o candidato tucano à Presidência, encabeçando uma chapa com o ex-governador Geraldo Alckmin na vice. Esse cenário seria possível caso Serra desistisse de concorrer à Presidência, candidatando-se à reeleição no Estado.
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Mensaleiros aloprados entram para equipe da Dilma
Por Censurado em 27,Jan 2010 | Em Política Nacional | 4 comentários »
Na reunião da nova maioria do partido, que ocorreu no fim de semana em São Roque, interior paulista, os dois estavam entre os principais oradores do grupo, ao lado do presidente eleito do PT, José Eduardo Dutra, expresidente da Petrobras.
As tendências que formam a nova maioria do partido fecharam ontem a lista com os 45 nomes que compõem sua fatia no diretório e incluíram, além de Dirceu e Genoino, outros dois nomes da crise do mensalão: os deputados João Paulo Cunha (PT-SP) e José Nobre Guimarães (PT-CE), que teve um assessor preso com dólares na cueca.
O deputado e ex-ministro Antonio Palocci, cogitado para ser o candidato petista ao governo de São Paulo, já avisou aos companheiros que está fora da disputa. Em tese, o caminho ficaria aberto à ex-ministra e ex-prefeita Marta Suplicy, mas os petistas podem fechar a coligação em torno da candidatura de Ciro Gomes, do PSB.
Para isso, falta Ciro desistir de concorrer à Presidência da República.
Fora da disputa em São Paulo, Palocci deverá assumir um posto no comando da campanha da ministra Dilma Rousseff à Presidência. Uma das possibilidades é que Palocci faça a interlocução do PT com o empresariado, uma vez que ele tem bom trânsito nesse setor, segundo a avaliação do partido. Dirceu também deve participar da campanha de Dilma. Mas sua atuação será discreta, para evitar uma repercussão prejudicial à campanha.
Flerte de Ciro com Aécio constrange PSDB e irrita petistas
Por Censurado em 19,Nov 2009 | Em Política Nacional | Enviar comentário »

Ciro já havia manifestado, em julho, a intenção de abrir mão de sua candidatura e apoiar Aécio Neves, na hipótese de o governador vir a ser o candidato do PSDB. À época, a declaração foi tomada apenas como provocação ao governador de São Paulo, José Serra, o mais provável candidato dos tucanos a presidente. Para Aécio, receber novamente Ciro em Belo Horizonte era mais um capítulo da disputa que trava com Serra. Mas a situação de Ciro mudou bastante desde julho passado.
Nesse período, Ciro manteve sua candidatura presidencial, apesar de um apelo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao PSB de apoio à candidatura única dos partidos aliados (Dilma), e transferiu o domicílio eleitoral do Ceará para São Paulo, deixando em aberto a possibilidade de concorrer ao governo do Estado. A gestão de Ciro ficou a cargo do presidente do PT, Ricardo Berzoini, que coordena o Grupo de Trabalho eleitoral (GTE) do partido. Em pelo menos duas ocasiões o presidente petista foi acionado para conter o deputado cearense.
Aécio, Serra e Ciro: A dança da cadeira tucana
Por Censurado em 18,Nov 2009 | Em Política Nacional | Enviar comentário »

Nada irá mudar. Serra seguirá como candidato tucano, mas só subirá ao altar para dizer sim ao PMDB e ao DEM em março. Até lá, Aécio servirá como um disfarce tucano para não atacarem Serra em demasia. Ciro será Ciro: o eterno Cristiano. Marina entra em cena para roubar votos de Dilma, que terminará em segundo lugar, em segundo turno. O resto é especulação de militância.
Vox Populi: Serra tem 130% a mais de votos que Dilma e ganharia no primeiro turno
Por Censurado em 7,Nov 2009 | Em Política Nacional | 2 comentários »
Uma pesquisa nacional do Vox Populi concluída na segunda-feira passada confirmou a folgada liderança de José Serra na corrida presidencial. Ele tem 40% das intenções de voto. É mais do que o dobro dos 15% obtidos por Dilma Rousseff e mais do que o triplo dos 12% registrados por Ciro Gomes. Marina Silva ficou com 5%. Nesse quadro, Serra levaria no primeiro turno.
Por Lauro Jardim
Começa a guerra: PSDB treina 4 mil cabos eleitorais para roubar votos no nordeste
Por Censurado em 6,Nov 2009 | Em Política Nacional | 1 Comentário »

Numa tentativa de suavizar a liderança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na região, o PSDB dá início, na semana que vem, a uma série de cursos para formação de 4.500 "multiplicadores" no Nordeste, informa reportagem Catia Seabra, publicada nesta sexta-feira pela Folha (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL).
Segundo a reportagem, com a previsão de gasto R$ 450 mil, o programa tem como meta o recrutamento e qualificação de mão-de-obra --voluntária ou contratada-- para a campanha presidencial de 2010. Sob a coordenação de um cientista político e um consultor de marketing, os futuros cabos eleitorais serão submetidos até a treinamento de técnica de abordagem e persuasão. O programa prevê a realização de 45 cursos no Nordeste.
A Folha informa que o custo previsto é de R$ 10 mil por workshop, incluindo o pagamento de professores. Seis professores deverão ser contratados para o programa, com uma remuneração de R$ 2.000 por aula.
Clique abaixo para ver infográfico preparado pela Folha detalhando o processo.
Circo na rua: todo mundo em campanha
Por Censurado em 14,Out 2009 | Em Política Nacional | Enviar comentário »

O presidente só precisaria aparecer para associar sua marca ao fato do dia. Os programas de assistência social ampliados e com prioridade, a economia sob controle, o resto surgiria por magia. No início, o Ministério da Fazenda, com Antonio Palocci, e o Banco Central, com Henrique Meirelles, garantiriam a execução da política econômica austera, à prova de pressões dos dilapidadores; a Casa Civil da Presidência, com José Dirceu, garantiria a política, as alianças e apoios necessários à fidelidade de uma maioria necessária no Congresso.
Esta perspectiva não mudou após a queda de alguns desses personagens colhidos em escândalos e irregularidades. No fim do primeiro e já no segundo mandato, foram trocados os nomes mas o esboço geral sobreviveu e, segundo a lenda, com até mais conforto para o presidente Lula. No caso da Casa Civil, viria a assumir uma gerente de programas para fazer a coordenação do governo e dar ao presidente resultados concretos, Dilma Rousseff. Lula poderia continuar em campanha, como continuou, e gostou tanto do seu desempenho que a designou candidata a sucedê-lo. A coordenação política ficou com ele próprio, o presidente, que a amalgamou aos seus afazeres eleitorais.
Secretário da Casa Civil de São Paulo, Aloysio Nunes participa de roda viva com estudantes
Por Censurado em 25,Ago 2009 | Em Política Nacional | Enviar comentário »

Na ocasião, Aloysio contou sobre a sua experiência como presidente do Centro Acadêmico 11 de agosto, nos anos 60, quando cursava a Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, no Largo São Francisco. Segundo ele, uma das primeiras medidas da ditadura foi abafar os debates políticos organizados pelos centros acadêmicos: “Eles procuraram domesticar o movimento estudantil transformando os centros acadêmicos em entidades meramente administrativas. O 22 e o 11 resistiram a isso e mantiveram o funcionamento e a autonomia”.
O Chefe da Casa Civil também falou sobre as três fases do Governo do Estado sob o comando do PSDB. A primeira, liderada por Mario Covas, foi um longo e enérgico período de adaptação institucional, de colocar o sistema do governo em sintonia com a nova economia. A segunda fase, comandada por Geraldo Alckmin, foi de estabilização. A terceira e atual, liderada por José Serra, de modernização. Serra criou a Secretaria de Mobilidade, os AMES - hospitais de especialidades, a Lei Antifumo e implantou o sistema de avaliação do ensino, entre outras ações.
“Uma série de mudanças partidas de um diagnóstico claro de concentração, de escolha de prioridades. Acho que vamos deixar um Estado melhor do que encontramos, em todas as áreas, e ainda temos muito a fazer. Eu gostaria de melhorar o sistema prisional, por exemplo, que ainda é superlotado. Gostaria de deixar um sistema prisional mais humano”.
Quando questionado sobre a divisão do partido diante da candidatura de Serra e Aécio Neves para a Presidência da República, Aloysio foi categórico, porém não escondeu sua preferência: “O PSDB não está dividido, apenas existem dois possíveis candidatos. Acredito que há uma proposta de prévia sendo discutida pela comissão executiva nacional. É provável que se faça no início do ano que vem. Pela experiência administrativa, política, e pela visão de mundo, acho que o Serra é o mais indicado”.Sobre a sua possível candidatura ao Governo do Estado, o Chefe da Casa Civil admitiu sua vontade e reafirmou que a decisão é partidária.
Para seguir o secretário no Twitter é só entrar em www.twitter.com/aloysio_nunes
Serra acerta aliança com DEM na Bahia
Por Censurado em 9,Jun 2009 | Em Política Nacional | Enviar comentário »

Pelo acordo -sacramentado na tarde de ontem, no gabinete de Serra-, o ex-governador Paulo Souto (DEM) será o candidato da aliança no Estado. "Souto é o nosso candidato", disse o presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), avalista do acordo. Segundo o presidente nacional do DEM, Rodrigo Maia (RJ), Serra afirmou que "Souto será o condutor do processo eleitoral no Estado".
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