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Brasil empresta 10 bi para FMI e nega dinheiro para estados assolados pela fome
Por Censurado em 10,Jun 2009 | Em PolÃtica Nacional | 2 comentários »

Segundo Mantega, os financiamentos ao FMI serão feitos pela compra de bônus (tÃtulos). O formato da operação, porém, ainda não foi concluÃdo. "É uma aplicação que o Brasil está fazendo para o FMI poder ajudar os paÃses em crise, principalmente os emergentes", disse Mantega.
No meio da crise e no corte de orçamento, Brasil ajuda Argentina com 1,5 bilhões de dólares
Por Censurado em 24,Abr 2009 | Em PolÃtica Nacional | 2 comentários »

Na prática, o limite maior visa a assegurar a ampliação do comércio e novos investimentos por instituições públicas e privadas na Argentina. Um exemplo é o empréstimo no valor de US$ 700 milhões do BNDES à Embraer, cujo foco é a compra de 20 aviões MB 190 pela AerolÃneas Argentinas.[Me siga no Twitter! É só clicar AQUI.]
Segundo um técnico da área econômica, o empréstimo já estava aprovado, mas estourava o limite de garantia do CCR, impedindo outras operações. A liberação dos recursos do BNDES será feita proporcionalmente à entrega das aeronaves e deve levar cinco anos. Já o prazo de financiamento é de 12 anos. Sem dar explicação adicional, o Banco Central divulgou, à noite, nota esclarecendo que a medida "vai incrementar as relações comerciais entre Brasil e Argentina". A implantação do novo limite, destacou o BC, será imediata.
Em pronunciamento, Lula culpa paises ricos pela crise
Por Censurado em 23,Dez 2008 | Em PolÃtica Nacional | Enviar comentário »
 
Minhas amigas e meus amigos,
Esta noite quero conversar com vocês sobre a crise econômica mundial. É uma crise muito diferente das anteriores. Não surgiu num paÃs emergente ou na periferia do sistema. Ao contrário, nasceu e explodiu no coração do mundo desenvolvido. Mais precisamente, nos Estados Unidos e na Europa. Esta crise, que afeta todo o mundo, foi provocada pela falta de controle do sistema financeiro nos paÃses mais ricos. Em vez de cumprirem seu papel na economia, financiando o setor produtivo, os bancos viraram um grande cassino. A jogatina foi longe, mas, um dia, a conta chegou. Bancos quebraram, um grande número de empresas entrou em dificuldades e milhões de trabalhadores perderam suas casas ou seus empregos. Aqui no Brasil não tivemos este tipo de crise. Nosso sistema bancário estava e está saudável. Nossa economia, arrumada e organizada vem crescendo a taxas robustas, as maiores dos últimos 30 anos.
Portanto, a crise coincide com nosso melhor momento. É uma pena, mas como estamos muito bem, a situação é menos complicada. Todos concordam que somos um dos paÃses mais preparados para enfrentar este desafio. Nas crises anteriores, em poucos dias o Brasil quebrava e era obrigado a pedir socorro ao FMI. Desta vez, o Brasil não quebrou, nem vai quebrar. Esta enfrentando a situação de cabeça erguida. Enquanto a maioria dos paÃses ricos está em recessão, o Brasil vai continuar crescendo. É verdade que, com o vento a favor, poderÃamos ir mais longe. Mas, mesmo com o vento contra, podemos e vamos seguir progredindo. Se hoje estamos em melhores condições para enfrentar qualquer crise, é porque soubemos fazer as opções acertadas. É porque aceleramos o crescimento da economia em bases consistentes. E crescemos distribuindo renda e reduzindo as desigualdades entre as regiões.


