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Honduras: A ponte ruiu
Por Censurado em 29,Set 2009 | Em Política Internacional | Enviar comentário »

O Brasil perdeu totalmente as condições de exercer uma de suas especialidades na solução da crise em Honduras: a capacidade de liderança e de mediação.
Ao meter os pés, as mãos e a embaixada em Tegucigalpa na defesa apaixonada de um dos lados, o do presidente deposto, Manuel Zelaya, o governo Lula se colocou num duelo com o presidente golpista, Roberto Micheletti - que, ao mesmo tempo, recusa sistematicamente a participação da OEA (Organização dos Estados Americanos).
Chegou-se assim ao pior dos mundos: Micheletti radicaliza de um lado, Zelaya radicaliza de outro. Um decreta estado de sítio, põe as tropas na rua, determina a invasão a uma TV e a uma rádio, insiste numa eleição ilegítima desde a origem. O outro usa a embaixada brasileira como bunker para instigar a desobediência civil no país. O que cheira a sangue.
Honduras: entenda a nova reviravolta do caso Zelaya
Por Censurado em 24,Set 2009 | Em Política Internacional | Enviar comentário »

E sobre as razões que lhe conferiram notoriedade apesar de ela só ter sido invocada uma única vez – e mesmo assim para aplicação em um minúsculo e atrasado país da América Central destinado no futuro a ser anexado ao Império do Norte sob protestos inócuos do Império do Sul.
A relevância de O Asilo Amorim é que ela subverteu todos os princípios conhecidos do pedido e da concessão de asilo. Até então pedia asilo a outro país quem se sentia perseguido no seu e desejava deixá-lo em segurança.
No caso sobredito, pediu asilo quem fora expulso do seu país, a ele voltou às escondidas de livre e espontânea vontade, e ali quis permanecer confinado sob a vigilância implacável dos seus algozes. Sem dúvida, esse foi um dos aspectos mais singulares do Asilo Amorim.
Entenda a crise política de Honduras
Por Censurado em 8,Jul 2009 | Em Política Internacional | Enviar comentário »
Vamos por parte. O senhor Manuel Zelaya, de repente virou a diva da ópera e passou, depois de deposto, a ostentar virtudes democráticas que definitivamente está longe de possuir. Caiu porque conspirou contra as elites fruticultoras que representa ao abraçar o chavismo e pretender dar golpe por intermédio de consulta plebiscitária importada de Caracas para permanecer indefinidamente no poder. Usurpou da Constituição e desabou de maduro em madrugada domingueira.
Já os golpistas, aparentemente amparados pela mesma Constituição, formaram tríplice aliança do Poder Legislativo, da Suprema Corte e das Forças Armadas, sempre elas, supostamente para restaurar os postulados democráticos de uma Carta que se sustentava desde 1982. Não desconfiaram que o expediente seria inaceitável sob qualquer aspecto justamente por revigorar um tipo de regime que o subcontinente se esforça por esquecer.
Video de Hugo Chavez contanto a história dos três porquinhos. Imperdível!
Por Censurado em 5,Jun 2009 | Em Vídeos | Enviar comentário »
Como prometi no video passado, do presidente Lula, aqui vai um semelhante: Hugo Chavez contanto a história dos três porquinhos sob uma ótima bolivariana.
Governo Lula dá a festa para os vizinhos, mas quem paga a conta é você
Por Censurado em 3,Dez 2008 | Em Política Nacional, Política Internacional, Bastidores | 1 Comentário »

O ano era 2006 e vivíamos as angustias da sucessão presidencial. Especulou-se, à época, que o presidente não quisesse se indispor com os movimentos sociais, seus tradicionais apoiadores. Evo era então o queridinho da esquerda, uma espécie de atualização do já desgastado (e recém ex-deposto) Hugo Chávez. Mesmo após o vexame internacional, o governo optou pela postura “responsável”: ao invés de retaliar a Bolívia diplomaticamente e com a força da economia, como algumas pessoas pediram, doamos remédios e ainda emprestamos um troco, alguns milhões.


