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Assustado com o preço do alcool? Se prepare, o governo não sabe o que fazer
Por Censurado em 18,Fev 2010 | Em Política Nacional | 1 Comentário »

Qual o problema nisso? Explico. É óbvio para nós, mas não para o governo, que o brasileiro abastece o carro com álcool combustível (agora carinhosamente chamado de Etanol nas bombas por uma ordem do governo) simplesmente porque ele custava a metade da gasolina. Qual a justificativa do governo para o alto preço da gasolina? A cotação internacional do petróleo força o preço da gasolina para cima, "mesmo" em um país com produção interna suficiente para suprir 100% da demanda nacional. Ou seja, a gasolina custa 2.40 o litro (preço de SP) porque os governos estrangeiros colocam o preço que quiserem no barril de petróleo.
Continuemos. Indo um pouco mais a fundo na compra, vemos o fornecedor. Advinha quem é? A Venezuela. Pelo bem da minha inocência e do meu espírito de Poliana, vou tentar acreditar que a compra não se dá por um motivo político, afinal a Venezuela enfrenta uma inflação de 25%, desemprego em massa e desabastecimento interno. Vou olhar pro lado na hora de escrever que a mesma Venezuela não anda muito "democrática" (uma empresa internacional e com acionistas como a Petrobras não deveria comprar produtos de ditaduras) e reprime passeatas estudantis com tiros, bombas e, pasmem, assassinatos. Pelo bem da nossa inocência, vamos acreditar que a compra se deu por motivos geográficos. O governo, em uma sacada de mestre (oi?) comprou petróleo cru da Venezuela por ela ser o país produtor mais próximo do Brasil.
Ou seja, o brasileiro abastecia o carro com etanol no posto de gasolina porque dita "gasola" estava muito cara porque os governos estrangeiros cobravam muito caro pelo petróleo, matéria prima da gasolina. Qual a solução do governo brasileiro para abaixar o preço do Etanol? Comprar mais petróleo... do estrangeiro. É, é isso mesmo. Como diriam os blogueiros de humor Brasil afora, esta é uma notícia que "embundece" a nossa cara. Entenderam a lógica? Na prática, é como se o governo brasileiro decidisse comprar areia para acabar com uma crise de sede no deserto. Entendeu a lógica do governo? Nem eu. Sua cara está embundecida? A minha também.
Honduras: Hugo Chavez fez Lula de bobo ou ele nasceu assim?
Por Censurado em 28,Set 2009 | Em Política Internacional | 1 Comentário »

O que pode ser pior, acreditar que Lula foi de fato surpreendido com a chegada à embaixada do Brasil em Tegucigalpa do presidente deposto Manoel Zelaya? Ou imaginar que a volta de Zelaya ao seu país foi uma operação do consórcio Brasil-Venezuela? Coube a Hugo Chávez despejar a carga nos jardins da embaixada. A Lula abrigá-la em segurança.
Ajeita daqui, ajeita dali, ficou assim a história oficial da mixórdia contada com pequenas diferenças por Chávez, Zelaya e porta-vozes informais de Lula.
Na manhã da última segunda-feira, Xiomara Castro, mulher de Zelaya, procurou Francisco Catunda, o encarregado de negócios da embaixada do Brasil em Honduras e única autoridade ali presente. Por escolha pessoal, Catunda é um diplomata de terceiro escalão que está perto de se aposentar. Poderia ter sido embaixador. O poeta João Cabral de Melo Neto, por exemplo, foi embaixador em Honduras. Catunda, porém, truncou sua própria carreira ao recusar cargos que o levariam a servir em locais distantes do Ceará, onde nasceu. É fissurado em Fortaleza.
Entenda a crise política de Honduras
Por Censurado em 8,Jul 2009 | Em Política Internacional | Enviar comentário »
Vamos por parte. O senhor Manuel Zelaya, de repente virou a diva da ópera e passou, depois de deposto, a ostentar virtudes democráticas que definitivamente está longe de possuir. Caiu porque conspirou contra as elites fruticultoras que representa ao abraçar o chavismo e pretender dar golpe por intermédio de consulta plebiscitária importada de Caracas para permanecer indefinidamente no poder. Usurpou da Constituição e desabou de maduro em madrugada domingueira.
Já os golpistas, aparentemente amparados pela mesma Constituição, formaram tríplice aliança do Poder Legislativo, da Suprema Corte e das Forças Armadas, sempre elas, supostamente para restaurar os postulados democráticos de uma Carta que se sustentava desde 1982. Não desconfiaram que o expediente seria inaceitável sob qualquer aspecto justamente por revigorar um tipo de regime que o subcontinente se esforça por esquecer.
Video de Hugo Chavez contanto a história dos três porquinhos. Imperdível!
Por Censurado em 5,Jun 2009 | Em Vídeos | Enviar comentário »
Como prometi no video passado, do presidente Lula, aqui vai um semelhante: Hugo Chavez contanto a história dos três porquinhos sob uma ótima bolivariana.
Evo Morales consegue reeleição ilimitada e acaba greve de gome
Por Censurado em 14,Abr 2009 | Em Política Internacional | 1 Comentário »

Presidente da Bolívia entra no quinto dia de greve de fome por reeleição ilimitada
Por Censurado em 13,Abr 2009 | Em Não categorizado | 1 Comentário »
O presidente da Bolívia, Evo Morales, em greve de fome desde a semana passada pela aprovação de uma polêmica lei eleitoral, disse no domingo que suspendeu suas viagens oficiais da próxima semana para a Cúpula das Américas e a Alba. Morales fez o anúncio no domingo, em uma entrevista à rádio estatal.
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O ministro da Saúde boliviano, Ramiro Tapia, confirmou neste domingo, 12, à imprensa que o número de grevistas duplicou, apesar da chamada feita por Morales na sexta-feira para que abandonassem a medida durante as festas da Semana Santa. Taipa informou que o estado de saúde do presidente da Bolívia é estável e destacou sua "muito boa vitalidade", mas, "obviamente, diminuiu de peso", disse, após três dias completos sem ingerir sólidos.
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Brasil enviará soldados para o Afeganistão
Por Censurado em 1,Abr 2009 | Em Política Internacional | 4 comentários »
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Governo Lula dá a festa para os vizinhos, mas quem paga a conta é você
Por Censurado em 3,Dez 2008 | Em Política Nacional, Política Internacional, Bastidores | 1 Comentário »

O ano era 2006 e vivíamos as angustias da sucessão presidencial. Especulou-se, à época, que o presidente não quisesse se indispor com os movimentos sociais, seus tradicionais apoiadores. Evo era então o queridinho da esquerda, uma espécie de atualização do já desgastado (e recém ex-deposto) Hugo Chávez. Mesmo após o vexame internacional, o governo optou pela postura “responsável”: ao invés de retaliar a Bolívia diplomaticamente e com a força da economia, como algumas pessoas pediram, doamos remédios e ainda emprestamos um troco, alguns milhões.




