Categoria: Saúde
Com diminuição da desnutrição brasileiro fica mais alto e mais gordo
Por Luis Gustavo Chapchap em 19,Nov 2009 | Em Atualidades, Saúde | Enviar comentário »
Veja abaixo matéria completa do Estadão com os estudos do Ministério da Saúde

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Plano de Saúde terá de pagar cirurgia para laqueadura
Por Censurado em 27,Mar 2009 | Em Saúde | 1 Comentário »

Segundo a senadora Serys Slhessarenko (PT-MT), relatora do projeto na Comissão de Assuntos Sociais, o projeto garante às mulheres seguradas o acesso a métodos contraceptivos eficazes e seguros que nem sempre são ofertados pelos serviços públicos. “Planejamento familiar agora será coberto como um todo. Antes, era só a contracepção. Por exemplo, o uso de DIU, de laqueadura, de vasectomia. Agora, a concepção também, ou seja, a fertilização, a fecundidade da mulher ou do homem estarão protegidos pelos planos de saúde”, disse a senadora.
A Agência Nacional de Saúde Suplementar já havia ampliado a relação de procedimentos médicos que deveriam ser cobertos pelos planos há quase um ano, mas os pacientes nem sempre conseguiam autorização. O presidente da associação das empresas de planos de saúde, Arlindo de Almeida, disse que o projeto é reduntante, mas reconheceu que os convênios ainda têm dificuldade para cumprir a decisão.
Do Metro.
Cientistas pedem liberação de doping mental
Por Luis Gustavo Chapchap em 11,Dez 2008 | Em Atualidades, Saúde | 1 Comentário »
Um manifesto assinado por pesquisadores de sete universidades líderes
nos EUA e no Reino Unido pede que o uso de drogas com o fim de melhorar
a inteligência seja regulamentado e, eventualmente, liberado. Em artigo
ontem no site da revista "Nature" (www.nature.com),
os acadêmicos argumentam que é preciso disciplinar o uso que pessoas
saudáveis fazem de medicamentos como a Ritalina (metilfenidato).
Concebida para tratar crianças com TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção por Hiperatividade), essa droga (e outras similares) parece ter um efeito de melhora na concentração e na memória também em adultos saudáveis.
Um levantamento conduzido neste ano em universidades americanas revelou que cerca de 7% dos estudantes já fizeram uso de medicamentos desse tipo pelo menos uma vez, na tentativa de melhorarem seus desempenhos acadêmicos.
Tecnicamente, nos EUA, isso é crime, porque envolve comércio de uma droga para uso "off label" --fora do propósito original para o qual foi aprovada. Cientistas argumentam, porém, que a medida é um exagero e drogas como a Ritalina poderiam ser liberadas para "aprimoramento cognitivo", desde que novos testes comprovem sua segurança.
"Propomos ações que vão ajudar a sociedade a aceitar os benefícios
do aprimoramento, acompanhadas de pesquisa apropriada e regulamento
avançado", escrevem os cientistas. "Isso tem muito a oferecer para
indivíduos e sociedade, e uma resposta apropriada por parte de todos
deve incluir a disponibilização dos aprimoramentos acompanhada da
gestão de riscos."
Sono e cansaço
Entre os nomes que assinam o documento estão "pesos-pesados" das
neurociências, como Michael Gazzaniga, da Universidade da Califórnia em
Santa Barbara, e também um jurista, Henry Greely, da Universidade de
Stanford. A idéia do manifesto saiu de um seminário promovido pela
"Nature" e pela Universidade Rockefeller, de Nova York.
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Quer melhorar o desempenho cerebral? Cientistas recomendam remédios tarja preta.
Por Luis Gustavo Chapchap em 9,Dez 2008 | Em Atualidades, Saúde | 16 comentários »
Um grupo de pesquisadores americanos publicou na prestigiosa revista científica Nature
um artigo defendendo o uso de remédios controlados para melhorar o
desempenho cerebral e estimular a memória e inteligência. Os
cientistas, liderados pelo neurobiologista Henry Greely, da
Universidade de Stanford, na Califórnia, afirmam que o uso de drogas
como a Ritalina, o Adderall e o Provigil, usados para tratar pessoas
com déficit de atenção ou com problemas de sono e memória, não terá
como objetivo a recreação e prazer, mas sim a concentração para se
dedicar aos estudos. Ao todo, sete cientistas assinam o polêmico artigo, entre eles acadêmicos da Universidade Harvard, da Universidade da Pensilvânia e das Universidades de Cambridge e Oxford, na Inglaterra, além do editor-chefe da Nature, Philip Campbell. O uso de remédios contra o déficit de atenção é usado há algum tempo para melhorar a performance profissional - uma pesquisa em abril apontou que 20% de 1,4 mil cientistas entrevistados nos EUA e Europa disseram tomar regularmente essas substâncias -, mas é a primeira vez que pesquisadores defendem a popularização desses medicamentos para desenvolver habilidades cognitivas. Além disso, apóiam a legalização da prática, condicionada a um amplo debate na sociedade.
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