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Vale a pena assumir uma garota de programa? Será em dinheiro, cheque ou cartão?
Por Urso Branco em 9,Jan 2009 | Em Relacionamento, Cotidiano | 41 comentários »

Olá, tenho 22 anos, moro no Oriente Médio, Líbano, há dois anos. É meio difícil namorar porque são mulçumanas e tem essas regras de casar primeiro, então minha saída era freqüentar, uma vez por mês, boates de garotas de programa... Até que lá mesmo conheci uma mulher linda, 24 anos, de Marrocos. Pela segunda vez que saí me apaixonei totalmente, já sai com ela 4 vezes e ela não cobrou na última vez, levei ela para um tour na praia... Só que não sei o que dizer a ela, realmente estou amando.
Queria um conselho seu: o que eu deveria fazer e o que posso propor para ela? Tenho meu serviço, mas moro com minha mãe. (não pude colocar o nome do cidadão pq é impronunciável, sinto muito leitores).
Caro leitor abestado, você está me passando um atestado de estupidez ao fazer uma pergunta como essa, e como não está percebendo, vou enumerar os pontos chaves:
1. Mora com a mãe
Por mais que você ame a sua mãe e ela seja tudo para você, além de uma senhora boazinha que só faz tricô, acho que morar com a mãe é deprimente demais para um marmanjo.
2. Chá de perereca
Cidadão, o chá de perereca provoca confusão mental, é bem verdade, mas não é para tanto. Pelo que entendi você só está confuso, muito disso é pela falta de mercadoria, se para namorar tem que casar, isso é um caso sério mesmo.
Eu entendo uma paixão repentina, sou daqueles sujeitos que basta um sorriso para que eu me apaixone, porém falar que está amando uma mulher depois de apenas quatro encontros é um pouco demais. O senhor está amando sim, mas não desse jeito que pensa, está à mando do seu pau!
Pergunta complexa: paixão, escolhas, distância, família e sociedade.
Por Urso Branco em 14,Dez 2008 | Em Relacionamento | 49 comentários »

Urso, estou a quatro meses administrando um namoro a distância d 1000km. Metade do tempo, passei viajando pelo mundo, em um processo de auto-conhecimento. Volto para território nacional e o relacionamento torna-se mais sério, com novas perspectivas! Uma delas é mudar-me para a cidade dele, onde tenho mais chances para a minha carreira, e, claro, a possibilidade de estar perto de quem eu acredito ser meu futuro marido! Dizem que a vida é curta, porém tenho medo d estar sendo precipitada, uma vez que o tempo que passamos juntos não é relevante para a sociedade em geral e ainda provoca espanto aos meus confidentes... Outra questão, ainda, é a distância da minha família e dos meus amigos... O que você faria em meu lugar? Mari
Gostei muito da sua pergunta, Mari. Se alguém a ler de forma vaga, não perceberá tudo que está nela, como o tempo que se leva para uma paixão lhe arrebatar o coração, o valor da opinião dos outros e por final, a liberdade que temos em fazer escolhas e pagarmos o preço por elas.
É engraçado como esse último trecho que escrevi dá a entender que “pagar o preço” significa “se dar mal”. Mas, não é isso que quero dizer, minha intenção não é demovê-la de tomar alguma decisão, muito pelo contrário, a vida é cheia delas e é ótimo tomá-las, sempre evoluímos, mesmo quando a decisão tomada não nos favorece, basta saber interpretar o resultado.
Para facilitar um pouco a minha resposta, vou fatiá-la, ok? Vamos começar pela paixão, afinal, ela sempre vem primeiro mesmo!
Não que eu seja especializado em paixões e amores, isso é coisa para os filósofos que não pegam ninguém, mas, dentro da minha “ignorância, pude perceber que não há tempo necessário para que a paixão faça alguém perder a cabeça.
Em outra resposta falei sobre o amor e o sexo, nela deixei claro que é possível ter um sem o outro, mas é muito melhor ter os dois juntos. Se você discorda da possibilidade de sexo sem amor basta lembrar que existem pessoas que vivem disso...
























