Categoria: Cases e análises
Desastre do Blog do Planalto exemplifica que para ter sucesso na web é necessário contar com um especialista
Por Luis Gustavo Chapchap em 17,Set 2009 | Em Artigos, Cases e análises, Redes Sociais, Comunicação, Blogs, Sites de opiniões, Luis Gustavo Chapchap | 1 Comentário »

A vantagem das mídias sociais é a interação e neste quesito o Blog do Planalto começou errado. Até Dona Marisa Letícia sabe que Lula não escreve uma linha do que é publicado lá, se quiser saber o que pensa o chefe máximo da nação é mais aconselhável ouvir o sofrível programa de rádio Café com o Presidente.(Clique aqui e veja ) que apesar de pautado e ensaiado tem a voz dele, no mínimo você sabe que ele se leu o que está escrito. Para piorar o blog não permite comentários o que dá uma impressão de repressão e uma péssima impressão aos visitantes. Oficialmente o Governo informa que a estrutura para moderar os comentários seria custosa demais, vale lembrar que é o mesmo Governo que gasta verdadeiras fortunas em festa de inauguração de projetos ou seja o argumento não passa de uma desculpa.
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Guia do Twitter leitura de qualidade e gratuita
Por Luis Gustavo Chapchap em 12,Ago 2009 | Em Cases e análises, Redes Sociais, Microblogs, Redes Sociais, Luis Gustavo Chapchap | Enviar comentário »
Este é um daqueles livros que você lê do começo ao fim em uma só oportunidade. Descobrir mais sobre um tema tão interessante e poder em tempo real testar as ferramentas e ver os exemplos foi uma experiência fascinante.
Veja o link para donwload no final do postPara mim que com incentivo do Marcelo Vitorino, citado no livro em duas oportunidades aderi ao Twitter querendo ter acesso a informações relevantes sem precisar procurá-las da forma tradicional e para ter em tempo real e sem os protocolos dos comunicados oficiais ter a oportunidade de estabelecer contato com o pensamento de figuras públicas a leitura serviu para encontrar novas funcionalidades, aplicativos, ter uma definição mais concisa e me apaixonar ainda mais pelo microblog.
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Qual será o futuro das campanhas políticas na internet? Poderemos ter um Obama brasileiro?
Por Marcelo Vitorino em 24,Jul 2009 | Em Artigos, Cases e análises, Marcelo Vitorino | 1 Comentário »
Os partidos políticos estão, mesmo que timidamente, se movimentando para começar a entender a internet e a melhor forma de usá-la a seu favor. Alguns já iniciaram conversas com agências digitais, mas a falta de visão sobre o meio, o receio pelo formato e também o desconhecimento de sua abrangência por parte de grandes políticos só não é maior do que por parte dos famosos “marketeiros” brasileiros.
Muitos vêem a web como um território hostil, cheio de perigos e sem capacidade de arrematar eleitores. Não estão de todo errados, a internet pode sim se tornar um problema no mundo offline, principalmente, quando não se sabe o que está fazendo nela.
Porém, em grandes campanhas, a presença nela será inevitável. Não há como negar que o meio “internet” produziu resultados na campanha presidencial norte-americana, mas será que o mesmo modelo poderá ser reproduzido aqui?
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Obama e o e-mail marketing! US$ 300 mi em doações não aparecem do nada...
Por Marcelo Vitorino em 19,Mai 2009 | Em Cases e análises, Marcelo Vitorino | 3 comentários »
Hoje, pela manhã, pude presenciar a palestra dada por Ben Self, diretor de TI do Partido Democrata dos EUA e sócio fundador da Blue State Digital, a empresa responsável pela estratégia online da campanha de Obama.
Os números demonstrados impressionaram os presentes, dava para notar as expressões de surpresa nas pessoas ao meu lado. Cheguei a twitar (escrever via twitter), mas faço questão de repeti-los por aqui: 18 mil vídeos produzidos para o Youtube, US$ 700 mi arrecadados, sendo que US$ 500 mi através de meio online, aproximadamente 3 milhões de doadores.
Ninguém discute que o ponto forte da campanha foi a mobilização e o meio “internet” fora o escolhido para a ativação dos envolvidos. Mas, meio “internet” é um pouco vago, então acho melhor esclarecer, foram utilizados diversos sites, milhares de comunidades digitais personalizadas, vídeos e o maior potencializador de todos, e-mails.
Só o uso de e-mails marketing disparados pela campanha foi responsável pela captação de dois terços do total arrecadado online, pouco mais de US$ 300 milhões.
Essa informação foi para mim, a redenção dos meus supostos pecados. Sempre fui o maior defensor do uso de e-mail marketing em campanhas políticas e por esse motivo encarado, por boa parte dos envolvidos, como algo maligno. Obviamente não culpo as pessoas que agiam dessa forma, afinal, campanha digital no Brasil é praticamente uma novidade. Na capital paulista tive a feliz oportunidade em trabalhar com o time vencedor e conviver com grandes figuras do meio digital.
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