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LinkedIn: rede social influencia contratações sai do lado B das empresas.
Por Luis Gustavo Chapchap em 14,Jan 2010 | Em Artigos, Redes Sociais, Ferramentas, Luis Gustavo Chapchap | 1 Comentário »
Há algum tempo os departamentos de recursos humanos das empresas passaram a utilizar as redes sociais para “investigar” os candidatos às vagas disponíveis nas companhias. É claro que nenhuma empresa admite, mas como condenar um selecionador que exclui da disputa por um emprego o indivíduo que participa de uma comunidade que ostenta o título de “eu odeio trabalhar” ou “eu faço meu chefe de otário”? O passado digital pode ser cruel, uma vez na rede dificilmente será esquecido, portanto cuidado com o que vai divulgar. Um passo em falso pode ser definitivo para sua carreira.
É fato que a exposição nas redes sociais pode prejudicar profissionalmente. Dividir com o empregador ou com os parceiros de negócios a intimidade expõe fatos e preferências desnecessariamente. E é determinante para ganhar ou perder no competitivo universo corporativo. Alguns cometem o mesmo equívoco no Twitter. Alardeiam bebedeiras, dão opiniões sobre temas polêmicos, assumem posicionamento político e postam fotos constrangedoras. Mas, esse é um assunto que será abordado em outro texto.
Foi para preencher a lacuna entre a informalidade do Orkut, voltado para o lazer, e a seriedade do mundo corporativo que, em 2003, foi lançado o LinkedIn. A rede proporciona uma ótima oportunidade para expor capacidades profissionais, prospectar negócios, entrar em contato com profissionais que possuam os mesmos objetivos, buscar por oportunidades de emprego, fazer networking e ofertar serviços.
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Globo mostra web como negócio amador. Conheça o lado profissional e financeiramente viável da internet
Por Luis Gustavo Chapchap em 5,Dez 2009 | Em Artigos, Redes Sociais, Negócios, Blogs, Redes Sociais, Luis Gustavo Chapchap | 1 Comentário »
Os meios de comunicação das mídias tradicionais, jornal, televisão e revista estão cada vez mais interessados em assuntos relacionados a web. Basicamente eles querem descobrir quem faz. Quem são as pessoas que estão por trás dessa movimentação que torna-se cada dia mais relevante.
Notícias com a referência “postada no Twitter de Ciclano ou Beltrano” tornaram-se corriqueiras, principalmente depois da entrada dos famosos no microblog. O que desperta a curiosidade dos meios de comunicação é quem são os “artistas” da web. Descobrir quem forma opinião, quem influencia pessoas e como vivem essas pessoas é o grande objetivo das pautas.
No dia 22/10/09 o Jornal da Globo levou a TV matéria com o título “Sites de relacionamento como fonte de renda” com uma abordagem de faça você mesmo, ganhe dinheiro sem sair de casa”. (Veja o vídeo acima)
Achei a matéria interessante, mas com um ponto preocupante. Foi citado um blog chamado Papel Pop como exemplo de sucesso. O proprietário do site declarou faturar de R$ 3.000,00 a R$ 5.000,00 mensais com a venda de espaços publicitários.
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Desastre do Blog do Planalto exemplifica que para ter sucesso na web é necessário contar com um especialista
Por Luis Gustavo Chapchap em 17,Set 2009 | Em Artigos, Cases e análises, Redes Sociais, Comunicação, Blogs, Sites de opiniões, Luis Gustavo Chapchap | 1 Comentário »

A vantagem das mídias sociais é a interação e neste quesito o Blog do Planalto começou errado. Até Dona Marisa Letícia sabe que Lula não escreve uma linha do que é publicado lá, se quiser saber o que pensa o chefe máximo da nação é mais aconselhável ouvir o sofrível programa de rádio Café com o Presidente.(Clique aqui e veja ) que apesar de pautado e ensaiado tem a voz dele, no mínimo você sabe que ele se leu o que está escrito. Para piorar o blog não permite comentários o que dá uma impressão de repressão e uma péssima impressão aos visitantes. Oficialmente o Governo informa que a estrutura para moderar os comentários seria custosa demais, vale lembrar que é o mesmo Governo que gasta verdadeiras fortunas em festa de inauguração de projetos ou seja o argumento não passa de uma desculpa.
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Guia do Twitter leitura de qualidade e gratuita
Por Luis Gustavo Chapchap em 12,Ago 2009 | Em Cases e análises, Redes Sociais, Microblogs, Redes Sociais, Luis Gustavo Chapchap | Enviar comentário »
Este é um daqueles livros que você lê do começo ao fim em uma só oportunidade. Descobrir mais sobre um tema tão interessante e poder em tempo real testar as ferramentas e ver os exemplos foi uma experiência fascinante.
Veja o link para donwload no final do postPara mim que com incentivo do Marcelo Vitorino, citado no livro em duas oportunidades aderi ao Twitter querendo ter acesso a informações relevantes sem precisar procurá-las da forma tradicional e para ter em tempo real e sem os protocolos dos comunicados oficiais ter a oportunidade de estabelecer contato com o pensamento de figuras públicas a leitura serviu para encontrar novas funcionalidades, aplicativos, ter uma definição mais concisa e me apaixonar ainda mais pelo microblog.
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Anunciantes, cuidado! Blogueiros não são, necessariamente, jornalistas.
Por Marcelo Vitorino em 29,Mai 2009 | Em Artigos, Redes Sociais, Comunicação, Blogs, Marcelo Vitorino | 7 comentários »
Depois de pouco mais de um ano dentro do universo dos blogs e das demais mídias sociais digitais, pude constatar que ainda existem alguns equívocos na compreensão dos limites existentes em cada tipo de veículo.
Não é incomum ver algumas empresas tentando entrar com conteúdo dentro da rede utilizando-se das piores formas possíveis: a doação de mimos e o tratamento diferenciado para produtores de conteúdo online.
Isso ainda é resquício de uma forma de trabalho antiga, mas ainda em uso, chamada assessoria de imprensa. Não estou aqui condenando o modelo, porém preciso ser honesto e afirmo que ele não se aplica às mídias sociais da mesma forma que às mídias tradicionais, simplesmente por um motivo, blogueiros não são, necessariamente, jornalistas.
E o que essa diferença implica?
Antes do surgimento dos blogs, onde havia centrais tradicionais de mídia (rádio, televisão, jornal e revista), dezenas ou até mesmo centenas de jornalistas eram contratados por essas empresas para produzir conteúdo e trazer assuntos relacionados para seus espectadores em troca de um salário, este último proveniente do dinheiro de anunciantes, consumidores e assinantes de acordo com o tipo de veículo.
As assessorias de imprensa foram formadas nesse sistema, utilizadas basicamente por seus contratantes para enviar comunicados às mídias, também chamados de “Sugestão de Pauta”, tentando de alguma forma, seja por relacionamento ou por insistência, conseguir publicidade gratuita nos editoriais.


